Gestão Transformação Digital

Conheça o algoritmo secreto que faz o seu site decolar

Olá, empreendedor de plantão!

Neste artigo, venho compartilhar algumas dicas valiosas para você aprender a posicionar
o seu site no topo das pesquisas. Este artigo é especialmente para você, que ainda não
tem condições de contratar um profissional ou agência de marketing para a sua
empresa.

Você que é micro ou pequeno empresário, está bem familiarizado com a realidade de
fazer de tudo na empresa. Ou melhor, você tenta, porque, na verdade, entre um leão e
outro você termina o dia, o mês e o ano deixando muitas ideias por realizar, não é
mesmo? Está na hora de mudar isso.

 

As "novas táticas"

 

A mudança começa pelo conhecimento. O problema, é que, não sendo do ramo, você
tenta buscar na web e se depara com tanta informação e opinião, que termina não
sabendo por onde começar nem em quem confiar. E fica mais perdido do que antes.
Fora todo o tempo que isso consome e que você, geralmente, não tem. Certo?

Este artigo é para libertar você dessa busca insana. Veja, informação e conhecimento
são coisas distintas. A informação por si só não resolve. Você precisa de orientação.
Afinal, a diferença entre as pessoas não está na informação que têm, mas no que são
capazes de fazer com ela. É aí que entra o conhecimento. Construído com base nas nossas experiências, ele nos leva a absorver e conectar a nova informação de maneira
diferente das outras pessoas. Por isso, o conhecimento de uma pessoa nunca será igual
ao de outra.

(…) a diferença entre as pessoas não está na informação que têm, mas no que são
capazes de fazer com ela.

Por isso, venho humildemente compartilhar do meu conhecimento construído ao longo
de mais de três décadas de aprendizagem — tendo visto de um tudo na web e antes
dela —, selecionando o que há de melhor para você começar do jeito certo, até que você
tenha o seu “marketeiro” de plantão.

Nós, os profissionais do tipo “marketing raíz” (risos), costumamos ver as “novas táticas
chegarem como novas folhas a cada primavera. São imprescindíveis para respirar e
crescer, mas vemos empresários investirem tudo nelas a despeito do que sugerimos,
para depois o outono lhes revelar que a raíz ainda é a parte que traz alimento às plantas.
O novo é ótimo, mas não é tudo.

 

Comece pela raíz

 

O posicionamento de um site nos resultados de busca depende de vários fatores. Um
deles é, sim, o que chamamos de palavra-chave, e existe toda uma técnica que será
desmistificada para você nas recomendações que faço no final deste artigo.

Considerando que o usuário é como uma planta, que busca primeiro o alimento para
depois buscar a luz, comece pela raíz. As palavras-chave são apenas “sinalizadores de
luz”. Servem de direção para fotossíntese e crescimento, jamais para sustentação.

Lembro-me de que, 4 anos atrás, eu (e certamente muitos na minha “tribo”) defendia que
a qualidade e a autenticidade do conteúdo (alimento) são muito mais importantes que as
palavras-chave em qualquer site institucional ou blog. Afinal, a raíz se orienta pela
necessidade da planta. Se o alimento (site ou blog) é fraco ou inexistente, torna-se
irrelevante ao sustento da planta, levando a raíz a outra direção.

 

O falso algoritmo

 

As palavras-chave que as pessoas mais usam para fazer buscas, são óbvias porque
correspondem a uma tendência do momento, a um segmento, e às formas mais
recorrentes de falar e escrever. Logo, são também as mais concorridas, e, portanto, as
mais caras. A menos que o seu negócio seja muito “nichado”, mesmo que pague, sua
empresa NUNCA conseguirá concorrer com as que gastam literalmente milhões nessas
mesmas palavras-chave. E acredite, as melhores, estão todas compradas. Sua melhor
chance é convencer os buscadores de que o seu conteúdo é melhor que o das empresas
que investem.

Sua melhor chance é convencer os buscadores de que o seu conteúdo é melhor
(…)

Raíz da questão: O algoritmo dos buscadores muda constantemente, mas o do usuário
não. Não importa quantas “folhagens” vão e venham, a essência do ser humano
permanece a mesma, e ela está em direta relação com as suas necessidades mais
básicas.

Os principais motivos que levam os buscadores a mudar o algoritmo, são questões
ligadas a privacidade e segurança, e os problemas causados pelas “gambiarras” de
alguns dos “novos marketeiros” tentando manipular o algoritmo.

Buscadores como o Google se cansaram dessas “táticas de SEO”. Essas que focam em
palavras-chave objetivas ou de cauda longa dentro de uma estrutura, elaborando
conteúdo superficial em torno delas, que fala muito e diz nada, tentando levar os robôs
de busca a achar que o seu site tem o melhor conteúdo correspondente ao que as
pessoas estão buscando. Ou seja, o famoso “encher linguiça”.

Por mais que o tal conteúdo até fale do que se propõe a falar, e até seja extenso, feito
dessa forma ele não acrescenta nada ao leitor. E isso é um problema. Num passado não
muito distante, não faltou quem defendesse que a extensão é inimiga da atenção, no
caso de artigos, vídeos e podcasts. O tempo provou que a qualidade faz as pessoas se
prenderem a grandes quantidades de conteúdo. Haja vista os atuais podcasts de dias
inteiros, confirmando algo que, na verdade, nunca mudou: Na minha infância era comum
ir à matinée (manhã toda no cinema) para assistir o que ainda não passava no televisor.
Livros de quinhentas páginas continuam sendo lidos vorazmente. É simples: Se
acrescenta ou entrete, prende. Agatha Christie, Sidney Sheldon e J. K. Rowling que o
digam! Por isso, de nada adianta levar o buscador a encontrar o seu site antes dos
outros, se quando o usuário acessa, rejeita o conteúdo e sai da página mais do que
depressa, porque não tem profundidade suficiente para resolver o problema dele, nem
autenticidade suficiente para mostrar algo que ele ainda não saiba ou um ponto de vista
que ele ainda não tenha. Tiro no pé.

Para os buscadores isso é muito danoso porque, ao entregarem algo sem qualidade, o
usuário acaba indo buscar noutro lugar. Esse é um dos motivos que fez do Youtube o
principal mecanismo de busca em muitos assuntos, colocando o Google Search para
trás, levando-o a perder anunciantes.

Além disso, ainda que você desenvolva um bom conteúdo, se tiver relação com
palavras-chave muito disputadas, ele provavelmente estará concorrendo com outros
conteúdos em torno de um tema já saturado.

Sem conteúdo interessante, não há usuários, e sem usuários, não há venda de
anúncios.

 

Desvende o algoritmo "secreto"

 

O que mudou

A resposta do Google foram as recentes mudanças:

Entre elas, o algoritmo passou a valorizar, mais do que nunca, a qualidade e a
autenticidade do conteúdo, porque agora ele está totalmente centrado na resposta do
usuário. O mesmo aconteceu com as outras plataformas todas, inclusive as redes
sociais, que cada vez mais exaltam quem oferece conteúdos que os usuários “adoram”.
Quem lá atrás primou pela qualidade (além das palavras-chave), hoje está despontando
na frente. Quem, ao contrário disso, prezou pelas palavras-chave e menosprezou a
qualidade, gastou, gastou, “surfou uma ondinha” e morreu na praia.

Claro que a plataforma não está realmente interessada no seu conteúdo. Ela está
interessada é no resultado que ele dá para a plataforma. Por isso, querem cada vez mais
os produtores de conteúdo relevante, e não os abusadores de palavras-chave e
hashtags relevantes com conteúdo irrelevante.

 

O que não vai mudar

Aí entra a questão das necessidades básicas e a essência humana: Pessoas não
querem comprar comida, o objetivo delas não é ir ao mercado e muito menos gastar
dinheiro; o que elas querem é saciar o apetite e o paladar, de preferência, da forma mais
conveniente e agradável possível. Ir ao mercado ou ao restaurante é apenas um meio
para alcançar esse fim.

Por isso, sua loja ou restaurante é irrelevante. O que importa é mostrar que, nele, o
consumidor encontra a solução que busca, e passe a ver a sua marca como fonte de
solução. O que define o seu negócio como solução, é o quanto ele é capaz de entregar o
que o consumidor busca, ao mesmo tempo eliminando todas as possíveis barreiras e
encurtando o caminho entre problema e solução. O homem está sempre em busca de se
libertar daquilo que o limita e o impede de viver plenamente o seu tempo de vida. O que
resulta dessa busca é a tecnologia. A principal motivação de aderir à tecnologia, para o
jovem, é poder viver todos os dias como se fossem o primeiro; para o idoso, é poder
viver cada dia como se fosse o último. Por isso, independentemente das palavras-chave
e hashtags que o internauta use na busca, o que ele está buscando, realmente, é uma
resposta que aponte para algo que resolva o problema dele (saciez, saúde). Sim, use o
que ele usa para buscar, mas entregue o que ele busca. Se possível, surpreenda. Não
se esqueça disso.

Hoje, não só o mestre Neil Patel, como todos os grandes nomes do Marketing Digital que
acompanho, corroboram o que eu defendia entre pessoas que muitas vezes não
quiseram ouvir. Então surgiram termos como “hack humano” e “algoritmo humano”.

Para todo “marketeiro” que nasceu bem antes do online, isso é básico desde que
existem vendas na história da humanidade. O ser humano é o princípio e o fim de
qualquer venda. É a ele que QUALQUER plataforma, online ou offline, sempre precisará
“agradar” se quiser vender alguma coisa ou ideia.

O online é uma projeção do offline. O problema das “ondas” e de querer “hackear” as
tecnologias — e com isso deixar o ser humano em segundo plano como se ele mudasse
sua essência só porque está no digital —, é querer reinventar a roda e recriar a criatura.
As folhas mudam; a planta é a mesma. Aliás, o termo “hack” tão em voga no momento, é
outro modismo linguístico que, no fim das contas, nada mais é do que a “nova
descoberta” de velhos fundamentos.

 

Agregar valor ao negócio é agregar valor ao ser humano

 

Isso dito, insisto: Não precisamos cair nessa “corrida de ratos esquizofrênica” de tentar “hackear” algoritmo de plataforma. Especialmente se você está começando. Esforce-se em
conquistar aquele que essa plataforma quer conquistar. Se você “hackear” o usuário,
você “hackeia” o algoritmo. Ontem, hoje, e no ano 3000. Em outras palavras, dê à
plataforma o que ela precisa para ajudá-la a ganhar o pão dela, e o algoritmo estará a
seu favor. No fim das contas, tanto a sua empresa quanto a plataforma, estão atrás da
mesma coisa: atrair o interesse do ser humano. E por melhores que sejam as intenções
e as contribuições sociais de ambas, o objetivo final também é o mesmo: lucro.

Afinal, vale lembrar: Empresas são entidades fictícias. São, na verdade, grupos de seres humanos que operam em conjunto para manter uma atividade que lhes garante sustento e, de
preferência, realização e qualidade de vida. Consequentemente, operam para manter o
ciclo de troca de bens e serviços em toda uma cadeia de atividades que se retroalimenta.
E empresas não vivem de vendas; vivem de lucro e de caixa. Sem isso, não
há crescimento e, portanto, não há inovação, renovação, sustentabilidade... É muito comum esquecermos desse detalhe.

 

As falsas parcerias

 

Quem não tem verba para competir com os grandes em palavras-chave, precisa
competir com conteúdo de qualidade e parcerias estratégicas que façam esse conteúdo
ser descoberto. A questão é que, também nisto, comete-se alguns erros. A tendência de
vários “marketeiros”, especialmente na área de SEO, é focar em parcerias de “link
building” de forma superficial, que funciona como um “castelo de cartas”.

No “link building”, a ideia é usar o seu conteúdo para complementar o conteúdo de sites
mais relevantes que o seu. Se eles colocarem em meio ao conteúdo deles, links para o
seu conteúdo, ajudarão a aumentar a relevância do seu site, porque o buscador
entenderá que se um site que tem autoridade recomenda o seu, então o seu também é
relevante naquele tema. Mas só vale se esse parceiro for um site relevante, que tenha,
no mínimo, 40 pontos de autoridade numa escala de 0 a 100. Você entenderá mais sobre
isso nas recomendações.

O “link building” é, sim, muito importante. O modelo usual de parceria de “link building”, é
que é o problema. Explico: Essa pontuação atribuída aos sites pode oscilar diariamente
como uma verdadeira gangorra, e além disso, com a alteração frequente do algoritmo
nas plataformas, o critério também muda. Isso faz com que o profissional tenha que ficar rastreando e atualizando parcerias sem parar — como se já não tivesse muito o que
fazer para manter a saúde de um site (apesar de que hoje a maior parte disso pode ser
feita por automação).

Outra questão é que, formar parcerias com sites que têm autoridade quando o seu não
tem, não é tarefa fácil. Para muitos desses sites com autoridade, não é negócio, o que
leva a cobrarem por isso, e às vezes nem assim. Dessa forma, o esforço na busca
incessante por esse tipo de parceria, gera para a sua empresa um alto custo para pouco
ou nenhum benefício. Se quem está cumprindo esse papel é você mesmo, pior ainda.
Enquanto você está nessa, quem está fazendo negócios? Se é a sua equipe que está
nessa, quem está desempenhando as atividades que, de fato, agregam valor ao
negócio?

Considerando essas questões, essa estratégia torna-se rasa e ineficaz para quem é gato
entre leões. A seguir, sugiro três táticas mais eficazes para os pequenos.

 

O que faz o seu site decolar

 

Tática 1

Contribua diretamente com outros sites

Procure sites relevantes que estejam abertos a publicações de convidados, ou seja, que
permitam que você publique conteúdo neles. Uma das melhores opções é a Wikipedia.
Além de ter altíssima relevância, é onde, até hoje, pessoas de todas as “tribos” buscam
informação para os mais diversos tipos de assunto, especialmente relacionada a
definições, história e biografias. Se você for um advogado, por exemplo, você pode criar
artigos relevantes para o consumidor, e incluir links que levem a conteúdos
complementares no seu site. No caso da Wikipedia, é permitido, mas depende muito da
qualidade do conteúdo e passa por mediadores, que devem aprovar não só o conteúdo
como também a real necessidade de que ele leve ao seu site. O destino no seu site,
nesse caso, não pode estar associado a ofertas, formulário de contato ou de captação de
leads e etc. Tem que ser algo que genuinamente interesse ao leitor. Mas você pode usar
esse segundo conteúdo para trabalhar gatilhos mentais que levem o leitor a uma ação.
Blogs de turismo são também uma ótima opção para advogados, por exemplo. As
possibilidades são muitas. Use a criatividade.

Mas lembre-se: Não adianta ter o melhor marketing do mundo, se o atendimento,
produto e serviço que você entrega, não correspondem. O melhor marketing é sempre a
verdade. Primeiro agregue valor ao seu negócio, depois faça marketing com isso.

 

Tática 2

Crie parcerias sólidas

A mais eficaz das estratégias de “link building” é buscar parcerias que se baseiem
principalmente em troca de benefícios para os usuários de ambos os sites. Direcione
esses benefícios primeiro a quem já é cliente e, portanto, já está no mailing de cada
empresa. Assim, o conteúdo não depende de ser visto em buscadores nem de captar
leads, para ser descoberto em um primeiro momento.

A parceria deve ser feita de tal forma que leve os clientes de uma empresa a dar picos
de acesso no site da outra com frequência, sempre atrelando a um tema relevante do
momento, que esteja como palavra-chave no respectivo conteúdo que precisa ser
acessado para obter o benefício ofertado.

Melhor ainda se for um “pool” de empresas que possam ser parceiras entre si como um
“cluster” (uma vende sapatos, outra vende meias, etc), porque quando vários sites
convergem para um mesmo ponto, esse ponto funciona como um nó numa teia de
aranha. Com um “cluster”, você passa a ter vários pontos de convergência, porque todas
as empresas do “pool” levam aos sites umas das outras, criando um ecossistema no
conceito web. Os robôs na web se comportam como aranhas. As aranhas caminham
pelos fios que têm mais sustentação. Ponha mais fios (links) sustentando o seu
conteúdo, e os robôs tendem a rastreá-lo primeiro.

Como nesse tipo de parceria, o conteúdo é totalmente baseado nos interesses mais
imediatos do cliente, se todas as empresas mantiverem a consistência, a constante
frequência dos picos de acesso elevará os sites mais rapidamente (e de forma orgânica)
do que pagando para competir com os leões. O investimento na oferta de descontos,
brindes, cashback e outros benefícios, é muito mais baixo do que investir em palavraschave e o benefício é muito mais alto, com resultados muito mais sólidos.

O segredo para o sucesso nesse tipo de parceria é:

  1. A forma como você faz a negociação, ou seja, o que cada um ganha, que varia
    conforme os parceiros envolvidos. Quando o parceiro tem um mailing muito
    superior ao seu ou uma fatia muito maior de mercado, você precisa oferecer um
    benefício aos clientes dele que supere o fato de que a sua fatia de mercado e
    mailing são muito menores que os dele. No entanto, ponha na balança também o
    fato de que embora menores, são um segmento que interessa MUITO a esse
    parceiro, o que nos leva ao ponto 2.
  2. Busque parceiros cujos serviços ou produtos sejam complementares aos seus e vice-versa. Dessa forma, facilita a negociação, porque o segmento e clientela de cada um interessa ao outro, e permite que o cross-selling faça sentido. Obviamente, a estratégia funciona melhor se as empresas do “pool” não compartilham os mesmos clientes no início da parceria.
  3. Todos os parceiros envolvidos têm que manter a consistência na divulgação e na qualidade dos benefícios, assim como na qualidade e autenticidade do conteúdo. Isso fará com que a sustentação dos pontos de convergência se mantenha, ensinará o caminho aos robôs de forma mais rápida, e desenvolverá nestes a confiança de que podem sempre contar com essa fonte para entregar conteúdo a quem usa os buscadores.
  4. Da mesma forma que você educa os robôs da web, você precisa educar os clientes de cada empresa envolvida no “cluster”. Para isso, é importante saber usar os gatilhos mentais de forma inteligente e alternada, para que não caiam na banalização a ponto de deixarem de causar efeito. Os principais gatilhos, são: autoridade, antecipação, comprometimento, comunidade, curiosidade, dor versus prazer, escassez, medo, novidade, prova social, reciprocidade e urgência. Os gatilhos que mais precisam de alternância são: antecipação, curiosidade, escassez e urgência. Estes quatro gatilhos devem ser usados com muita parcimônia, e honestidade.

Tática 3:

Considere o YouTube

Lembre-se de que o Youtube, além dele próprio ser muito usado como buscador,
também aparece entre os principais resultados nos buscadores. Ter um canal no Youtube
pode fazer muita diferença. Há várias formas de fazê-lo gerar tráfego para o seu site.
Hoje, não há necessidade de gravar vídeos ou fazer podcasts. Há várias formas de
produzir conteúdo em vídeo, e a inteligência artificial torna essa tarefa leve e rápida.
Para isso, você precisa de modelos de comando de Inteligência Artificial exclusivos
para as necessidades da sua empresa.

Lembrando novamente, que, não basta ser visto primeiro, é preciso oferecer, de fato, o que o buscador está tentando entregar para quem busca, caso contrário, deixará de considerar o seu site, ou canal, como fonte. O melhor conteúdo é como a melhor pizza — o cliente sempre volta, e traz outros. Isso, é o que faz o seu site decolar.

O melhor conteúdo é como a melhor pizza — o cliente sempre volta, e traz outros.

 

Entendendo a estratégia

 

Quando você adota um verdadeiro sistema de parcerias, e esquematiza gatilhos que
desencadeiam sequências de emails, posts ou anúncios que entregam conteúdos cada
vez mais relevantes para o destinatário com base nas suas reações, não só você
aumenta a relevância do site com consistência, como aumenta a chance de conversão
em vendas. E, de quebra, ainda lucra com a construção de um relacionamento do
destinatário com a sua marca. A isso, chamamos de automação de marketing.

No sistema de “clusters”, as empresas parceiras não dividem mercado, em vez disso, o
multiplicam entre si. O resultado final desse esforço, que se torna um funil de vendas
persistente, é o consequente aumento do ciclo de vida desse cliente na sua empresa e
nas demais, porque tende a comprar de novo e de novo, nas várias chances de “crossselling” (se está comprando o sapato pode querer também as meias) e “upselling” (já que
quer a versão básica, leve logo a versão top por apenas mais X).

Os resultados não são do dia para a noite, mas certamente são MUITO mais rápidos e
econômicos do que usando as entediantes “nova táticas”. Prefira as velhas. Funcionam
desde que o mundo é mundo.

 

Conclusão

 

A computação, a internet e a inteligência artificial foram inventadas entre 1940 e 1970.
Os métodos ágeis, os primeiros Centros de Processamento de Dados e o software de
edição foram criados nos anos 1980. “Startups”, “squads”…, tudo velho, só não tinham
esses nomes. É a experiência que nos permite diferenciar o que é realmente novo
daquilo que é velho com roupa nova.

Então, cuide da raíz. Em tudo na vida, a melhor solução está no básico, e a melhor
sustentação está no fundamento. Com um básico bem feito, tudo o que vier é
crescimento. Com uma boa fundação, as ondas passam e o castelo fica.

 


Recomendações sobre palavras-chave

 

Como recomendação para você, selecionei cinco artigos entre milhares de Neil Patel e
zilhões da web, que funcionarão como um verdadeiro guia. Esses artigos lhe ensinarão o
básico, com profundidade, do que você precisa saber sobre técnicas de palavras-chave.
Embora elas não sejam o fator mais importante para ter resultados concretos, são o
passo inicial, e fundamental no marketing digital.

Além de seu grande conhecimento, Neil Patel tem uma grande generosidade em
compartilhá-lo, e o faz de forma simples e fácil de entender.

O artigo Guia da Pesquisa de Palavra-chave é um recurso valioso que oferece uma visão
abrangente sobre como realizar uma pesquisa de palavras-chave eficaz. Ele aborda
desde a definição de metas até a análise da concorrência, fornecendo um roteiro sólido
para quem está começando.

Esse artigo começa explicando o que são palavras-chave e por que são essenciais. Ele
detalha como escolher as palavras-chave certas para o seu nicho e como usá-las de
maneira estratégica em seu conteúdo.

Um ponto importante que quero enfatizar é que a pesquisa de palavra-chave não é
apenas sobre encontrar as palavras mais populares, mas sim sobre entender o que o
seu público-alvo está procurando. O artigo destaca a importância de se aprofundar na
intenção do usuário.

No entanto, a pesquisa de palavras-chave não é eficaz sem as ferramentas certas. O
artigo 7 Ferramentas para Pesquisar as Melhores Palavras-chave é um guia valioso para
lhe ajudar a escolher as ferramentas que atendam às suas necessidades, para encontrar
as palavras-chave certas, analisar a concorrência e monitorar o desempenho do seu site.

Como alguém que já passou por esse processo inúmeras vezes, posso dizer que a
escolha das ferramentas certas pode economizar tempo e dinheiro a longo prazo.
Aqui, quero reforçar mais uma vez que o algoritmo do Google e de outros buscadores
está cada vez mais focado em entregar conteúdo valioso para os usuários, e essas
ferramentas lhe ajudam a alcançar esse objetivo. Mas a qualidade e a autenticidade do conteúdo que você produz são essenciais.

Se você deseja aprofundar seus conhecimentos, o artigo Pesquisa de Palavras-chave: O
Guia Definitivo é uma leitura obrigatória nessa maratona. Neil Patel vai fundo nos
conceitos e estratégias de pesquisa de palavras-chave. Especialmente as de cauda
longa, que são menos competitivas e mais direcionadas ao seu público-alvo. Valem
muito a pena se você for o nicho do nicho.

Neil Patel destaca a importância de pensar como o usuário e entender suas
necessidades. E argumenta que a pesquisa de palavras-chave não é uma tarefa única,
mas um processo contínuo. Isso significa que você deve estar sempre atento às
mudanças no comportamento do usuário e ajustar sua estratégia de acordo. Agora que a
inteligência artificial está acessível à sociedade, acompanhar o comportamento do
usuário é mais importante, mais fácil, mais rápido e mais completo do que nunca.

A manutenção da relevância é vital no mundo em constante evolução. Portanto, sugiro
não ignorar o artigo Ferramentas de Pesquisa de Palavra-chave: Como Permanecer
Atualizado. Aqui, Neil Patel fala sobre algumas ferramentas populares que podem lhe
ajudar a simplificar o processo de pesquisa.

No entanto, lembre-se de que, embora essas ferramentas sejam valiosas, elas não
substituem a compreensão do seu público e a criação de conteúdo de qualidade. Se a
pesquisa de palavra-chave é uma parte da equação, a entrega de valor aos seus clientes
é o que realmente importa.

Por fim, no artigo Como Dominar Pesquisa de Palavra-chave, Neil Patel também fala
sobre a importância de monitorar e ajustar sua estratégia ao longo do tempo, mostrando
como resolver isso em 30 minutos por dia. Ele ainda destaca a importância de criar
conteúdo útil e valioso para os usuários. Isso reforça o que venho dizendo há anos: a
qualidade e a autenticidade são chaves para o sucesso. Em tudo.

Em resumo, esses artigos do Neil Patel oferecem uma visão valiosa sobre pesquisa de
palavra-chave e ferramentas úteis para micro e pequenos empresários que estão
começando no mundo do marketing digital. Lembre-se de que, enquanto é importante
contratar um profissional ou agência de marketing quando possível, seguir essas dicas já
é um bom começo.

Por ora, é isso. Espero ter posto uma luz no seu caminho.

 



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Marina Leal
Digital Transformation Engineer | Tech, Health, Education and Travel Pro | Nexialist